"A música é a arquitetura do tempo, e a arquitetura é a música do espaço"
(Mário Quintana)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

SketchUp 2 - Aprimorando ...

Depois das criticas feitas em sala, refiz a representação abstrata do lugar da intervenção tentando melhorar a articulação da camera e o nivel de abstração.



Primeiras ideias para a intervenção

1 - Pórtico de tule
2 - Painel de memórias no chão, iluminado com fotos
3 - Ócio criativo e interativo, utilizando as árvores
4 - Luzes que transpassem o público x privado e interajam com o usuário
5 - Projeções na calçada com objeto de sombra manipulado pelos passantes
6 - Sensores que demarcam a rua ao passar
7 - Telescópio de espelhos
8 - Caleidoscópio: constelações interativas
9 - Janelas: imagem e som
10 - Tapumes de tecido que revelam partes da cidade e dos próprios moradores

domingo, 17 de abril de 2011

Miguel Rio Branco - Artista escolhido para a visita ao Inhotim

Biografia 

Miguel da Silva Paranhos do Rio Branco nasceu em 1946 em Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. É pintor, fotógrafo, diretor de cinema, além de criador de instalações multimídia . Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. Trabalhou intensamente na Europa e Américas desde o começo de sua carreira, em 1964, com uma exposição em Berna, Suiça. 

Miguel Rio Branco tem seu nome predominantemente ligado a fotografia, mas seu trabalho se expande também pelas instalações e pinturas. No entanto, é nas fotos que se encontra o cerne de sua construção poética. A questão do olhar permeia toda sua obra. Há uma clara escolha por personagens e objetos marginais nas suas fotografias. Ao descentrar, ao deslocar sua objetiva para fora do centro, cada corpo e objeto fotografado trazem sempre as cicatrizes da existência e de sua dura passagem pelo mundo. Muito do drama que encontramos em suas imagens deriva de um uso todo singular da luz e da cor. Miguel Rio Branco é um dos maiores poetas da cor da arte contemporânea. Suas fotos não são de forma alguma factuais, atuam no campo da poesia. Objetos e pessoas gozam do mesmo estatuto formal na obra de Miguel. Mas esse horizonte não é traçado numa perspectiva formalista; ao contrário: os objetos se emancipam e vibram energicamente como coisas porque estão imantados dos usos que deles fazem os seres humanos. É como mediadores de relações humanas, e não simples instrumentos passivos, que eles se inscrevem na obra do artista Miguel Rio Branco.








Intervenção

O meu grupo ainda não apresenta uma ideia pronta da intervenção mas temos um lugar escolhido, é esse da foto acima, uma loja de antiguidades.

Bichinho / Oficina de Agosto - O que mais me chamou atenção



Lojas de artesanatos



Igreja e o monumento da Cruz



As construções




                                                      

Artesanato Oficina de Agosto

                                                        







O processo de produção dos artesanatos



sábado, 26 de março de 2011

O que é a Teoria da Deriva ?


A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Debord.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.

Fonte: Wikipedia